Grupo PsicoArte

O grupo PsicoArte realizado (por mim, duas voluntárias e uma estagiária) todas as segundas-feiras no bairro Areias virou notícia.

O Jornal Hora (jornal da grande Florianópolis) divulgou o grupo em seu website e jornal impresso (edição 04/11):

Link para a matéria digital: http://horadesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/noticia/2017/11/mario-motta-projeto-trabalha-inclusao-social-atraves-da-psicologia-em-sao-jose-9981757.html

A página da web do município também publicou matéria sobre o grupo PsicoArte. Segue um trecho:

Grupo PsicoArte promove projeto de inclusão social em São José

Pacientes do CAPS II e moradores se aproximam através da arte e terapia

Integração entre pacientes e comunidade é o principal objetivo
do Grupo PsicoArte que ser reúne uma vez por semana em Areias

Os profissionais de psicologia do Centro de Atenção Psicossocial – CAPS II  de São José têm realizado um trabalho focado na reabilitação psicossocial no município. Através do Grupo PsicoArte, as psicólogas levam os pacientes ao Centro Comunitário do bairro Areias, onde aplicam atividades interativas que misturam terapia e arte no intuito de inseri-los ao convívio social.

“A ideia é somar ao trabalho psicológico atividades que envolvam dinâmicas de grupo, teatro, música, dança. Buscamos instruir de forma assertiva e criativa o desenvolvimento das relações interpessoais de quem participa, e trabalhamos para construir um grupo diversificado, no sentido de integrar toda a comunidade nesse projeto”, explica a psicóloga Cristina Folster, coordenadora do Grupo PsicoArte.

Notícia completa em: http://www.saojose.sc.gov.br/index.php/sao-jose/noticias-desc/grupo-psicoarte-promove-inclusaeo-social-em-saeo-jose

Saiba mais sobre o grupo em: http://www.falandosobreesquizofrenia.com.br/grupo-psicoarte/

Transtorno Bipolar

Atualmente, o termo “bipolar” está sendo usado de maneira indiscriminada, uma vez que com frequência alguém fala “eu sou bipolar” justificando algum comportamento. Mas, o transtorno afetivo bipolar é uma doença grave que precisa de tratamento adequado. O site “Rede CAPS” disponibiliza para baixar um guia completo sobre o transtorno, dentre outros livros e textos também muito interessantes:

http://www.redecaps.org/#!arquivo-geral/c125t

Screenshot_2016-08-15-00-33-13

Screenshot_2016-08-15-00-18-19

Boa leitura!

 

Exemplo de pré-projeto/anteprojeto de pesquisa

Quando queremos fazer mestrado ou doutorado precisamos passar por um processo seletivo, geralmente com avaliação de currículo, prova, entrevista e um pré-projeto. Bom, deixarei aqui no blog um exemplo de pré-projeto para àqueles que precisam fazer um, mas não têm ideia de como é.

                                                    Este projeto foi utilizado por mim na seleção de mestrado em saúde mental – UFSC. Clique em cima do título para baixar o conteúdo completo:

O OLHAR DA PESSOA COM ESQUIZOFRENIA SOBRE A DOENÇA E TRATAMENTO EM TEMPOS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL

Palestra sobre Luta antimanicomial e Reforma Psiquiátrica

O Centro Universitário Estácio de Sá – São José (SC) abordou o tema da Luta Antimanicomial e Reforma Psiquiátrica em sua Semana Acadêmica de Psicologia. A mesa redonda discutiu a realidade e os desafios do movimento. Fiz parte, como convidada palestrante, em conjunto com o professor Elton Chiaradia e o psicólogo Vitor Lima.

IMG-20150826-WA0010IMG-20150826-WA0002

Minha fala foi focada em alguns desafios da Reforma Psiquiátrica nos três pontos de atenção da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS):  Atenção Básica, Atenção Psicossocial e Atenção de Urgência e Emergência. Meus apontamentos foram baseados em minha prática como psicóloga do CAPS II de São José e em meus estudos enquanto mestranda em Saúde Mental. Também utilizei dados do portal da Secretaria do Estado da Saúde de SC. Compartilharei minha parte da palestra aqui no blog, dividindo-a em três postagens.

Mobilização Audiência Pública – PL 15.909/14

Nota

Mobilização Audiência Pública – PL 15.909/14

Está em tramitação na Câmara dos Vereadores de Florianópolis o Projeto de Lei 15.909/14, de autoria do vereador Deglaber Goulart (PMDB) que propõe instituir a Política Municipal de Internação Involuntária e Compulsória de Dependentes Químicos no município de Florianópolis. Para discussão deste Projeto, haverá uma audiência pública, no dia 10/12/2014, às 14h, no Plenarinho da Câmara Municipal de Florianópolis – rua Anita Garibaldi, 35, 1º andar – Centro. Entendemos que a participação ativa, em forma de manifestação, desta Associação nesta audiência pública é da maior importância, dado o papel que hoje esta instituição representa no panorama da saúde e na defensa de uma sociedade com pleno respeito aos direitos e à cidadania.

O PL 15.909/14 se apresenta em um momento em que se detectam diversas tentativas de fragilizar o Sistema Único de Saúde e atacar os direitos dos cidadãos. É um projeto na contramão da luta por uma sociedade mais justa, mais equalitária e mais inclusiva. Vem, ao contrário, instrumentalizar iniciativas voltadas para a exclusão e favorece o exercício do autoritarismo, minando a construção democrática a que o país e suas instituições idôneas vêm se dedicando. É um projeto, além disso, desnecessário, pois a internação compulsória já é prevista e regulada no Artigo 6º da Lei 10.216/2001. Pode ser entendido como uma tentativa de instaurar uma política que coloca ênfase em uma medida que, de acordo com a Lei, deve ser aplicada em casos extremos, depois de esgotados todos os recursos fora de regime de internação. É, portanto, uma política contra os preceitos da Lei.

Uma Lei Federal, do ponto de vista constitucional, não pode ser contradita por uma Lei Municipal. Não cabe a instauração de uma política pela promulgação de uma Lei, ainda mais deste teor, contrário à Lei Federal. As políticas para implementação do previsto na Lei 10.216/01 devem ser implementadas por ações exercidas no âmbito do SUS, conforme deliberado pelas autoridades constituídas na área da saúde e corroboradas pela sociedade através dos mecanismos de controle social. O PL 15.909/14 caracteriza, portanto, uma ação inconstitucional, inadequada e contrária aos interesses da saúde coletiva. Por este e outros motivos a Secretaria Municipal de Saúde, o Conselho Municipal de Saúde, o Conselho Regional de Psicologia, o GT de Desinstitucionalização de Santa Catarina, a Associação Brasileira de Saúde Mental, entre outras, já se manifestaram contrários a este PL.

Contamos, portanto, com sua manifestação contrária a este PL na audiência, reiterando sua importância como ator social no campo da saúde e dos direitos.

Grupo de Trabalho em Desinstitucionalização de Santa Catarina

Conselho Regional de Psicologia

Associação Brasileira de Saúde Mental

______________________________________________________________________

PL 15.909/14: Projeto-de-Lei-Internação-Compulsória-Florianópolis